Em algumas regiões, exige-se que a pessoa trans passe por terapia hormonal e cirurgia de redesignação para alterar nome e gênero
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Em algumas regiões, exige-se que a pessoa trans passe por terapia hormonal e cirurgia de redesignação para alterar nome e gênero

De acordo com o Grupo Internacional de Defesa Trans (TGEU), Dinamarca, Noruega, Malta, Luxemburgo, Irlanda, Islândia e Portugal já permitem que pessoas trans alterem nome e gênero por meio de autodeclaração, e agora a Suíça se junta à essa lista. Segundo uma nova lei que entrará em vigor no país dia 1° de janeiro, qualquer pessoa maior de 16 anos e sem tutela legal poderá alterar o gênero e o nome com autodeclaração em cartório civil, já as que tiverem menos de 16 anos e estiverem sob a proteção de adultos precisão de uma autorização destes.

A autodeclaração também diminui muito as taxas administrativas, levando o custo a 75 francos suíços. Atualmente, as regras de retificação variam dependendo da região da Suíça, mas geralmente existem um laudo médico confirmando a transgeneridade do indivíduo, de acordo com Reuters. Alguns pedem até que a pessoa se submeta à cirurgia de redesignação sexual e terapia hormonal, mesmo que ela não sinta necessidade, para alterar o gênero legalmente. 

Essa lei veio à tona poucos meses após o país apresentar a igualdade no casamento civil entre pessoas do mesmo gênero, em julho . Já em junho, o governo espanhol, por exemplo, aprovou um projeto de lei que possibilita que qualquer pessoa maior de 16 anos mude nome e gênero em documentos emitidos pelo governo, sem a necessidade de nenhum laudo ou declaração médica.

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