Interior do Congresso Nacional
Marcos Oliveira/Agência Senado
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Com o intuito de fomentar a candidatura de mulheres nas eleições de 2022 e 2024, o Instituto Todaz lançou um projeto que busca capacitá-las para concorrerem a cargos públicos e equiparar os níveis de participação política. A iniciativa reúne especialistas em comunicação política, publicitários e estrategistas para garantir a oportunidade de participação feminina, principalmente de lésbicas, trans, bissexuais, travestis, indígenas, negras, periféricas e quilombolas.

O projeto Todaz na Política 2022 busca oferecer oportunidades de aprender e capacitar mulheres por meio de cursos focados em comunicação de campanhas políticas e de governo. A iniciativa quer dar acesso às mesmas ferramentas e conhecimento aos quais a maioria dos ocupantes dos cargos públicos, que são homens, possuem, visando a democratização do acesso a profissionais de marketing político.

A capacitação conta com 30 aulas, de mentorias até experiências práticas, baseadas em metodologias como planejamento, estratégia, criação, produção e imprensa. O curso tem duração entre janeiro e abril de 2022. As interessadas podem se inscrever até o dia 20 de janeiro pelo site todaz.com.br .

"Nossa missão é tornar as candidaturas femininas mais competitivas através da democratização do acesso a um conhecimento altamente especializado e caro: a comunicação política", explica Tamires Fakih, especialista em gestão de políticas públicas que preside o Instituto Todaz.

“Nosso objetivo é fomentar candidaturas de mulheres progressistas, que ainda não tenham sido eleitas, para que sejam competitivas e vitoriosas em 2022 e assim, tornar a política mais representativa e nossa democracia mais fortalecida”, continua a vice-presidente do instituto, Ananda Miranda.

O projeto reúne especialistas nacionais e internacionais que trabalharam diretamente em campanhas presidenciais no Brasil, em outros países da América Latina e na Europa. Os nomes participantes estiveram por trás de campanhas como de Pedro Castillo, eleito no Peru; Gustavo Petro, que lidera pesquisas presidenciais na Colômbia; e Xiomara Castro de Zelaya, eleita em Honduras.

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