Comportamentos suicidas são mais comuns entre pessoas LGBTQ do que entre heterossexuais
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Comportamentos suicidas são mais comuns entre pessoas LGBTQ do que entre heterossexuais

Uma pesquisa conduzida pelo Instituto Nacional de Saúde Mental (NIMH), nos Estados Unidos, uma das maiores organizações de pesquisas sobre saúde mental do mundo, concluiu que fatores ligados à sexualidade, principalmente entre lésbicas, gays e bissexuais adultos, influenciam no risco de suicídio, junto a outros fatores como gênero, idade e etnia. 

Em comunicado à imprensa, Rajeev Ramchand, Ph.D., Conselheiro Sênior em Epidemiologia e Prevenção de Suicídio no NIMH e principal autor do estudo, explicou que “este estudo demonstra a importância de perguntar sobre a identidade sexual nos esforços nacionais de coleta de dados e destaca a necessidade de serviços de prevenção de suicídio que atendam às experiências e necessidades específicas de lésbicas, gays e bissexuais adultos(as) de diferentes gêneros, idades, raças e grupos étnicos”. 

Durante a pesquisa, foram analisados dados desde 2015, quando o estudo introduziu pela primeira vez questões relacionadas à sexualidade, até o meio de 2019. A análise reuniu no total 191.954 participantes, sendo que 14.693 são gays, lésbicas ou bissexuais. Também foi questionado se os respondentes tiveram algum comportamento relacionado ao suicídio nos últimos 12 meses, desde pensamentos suicidas a planos ou tentativas de suicídio. A conclusão do estudo foi que as taxas dos três comportamentos relacionados ao suicídio geralmente são maiores entre gays, lésbicas e bissexuais do que entre pessoas heterossexuais.

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