Ativista LGBTQIA+ é agredida no RIo de Janeiro
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Ativista LGBTQIA+ é agredida no RIo de Janeiro


Uma ativista transexual foi agredida com socos ao defender uma vítima que estava sofrendo assédio sexual, na Lapa, Região Central do Rio, na madrugada de sábado, dia 7 de agosto. Indianara Siqueira, que é fundadora da Casa Nem, espaço que abriga a população LGBTQIA+ em situação de rua e vulnerabilidade social, foi socorrida por amigos e levadainconsciente para o Hospital Municipal Souza Aguiar, onde foi atendida e levou pontos no rosto. O caso será registrado nessa manhã, na 5ª DP (Mem de Sá).

"Somente agora tenho condições físicas e psicológicas de denunciar. Eu fui defender uma das nossas acolhidas que estava sofrendoassédio. O agressor me atacou com dois socos no lado direito do rosto, desmaiei e bati com a cabeça no chão. Ainda me roubaram dois celulares e minha bolsa, inclusive cartões de crédito", relatou Indianara Siqueira.


"O homem usou da força e lesão corporal para efetuar o roubo epraticar o crime. Além da importunação sexual contra a travesti conhecida como Dani, que é acolhida pela Casa Nem”, explicou a advogada Paula Alves, que irá acompanhar Indiana na delegacia.

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De acordo com elas, Dani, a travesti agredida, também precisou de atendimento médico e levou pontos no rosto.

Indiaana já teve sua vida contada pelo cinema internacional, com o filme exibido no festival de Cannes. Militantes pelos direitos LGBTQIA+ estão organizando uma manifestaçãona porta da delegacia, por volta de 11h.

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