Madonna, que vem ao Brasil em maio deste ano para um show gratuito na praia de Copacabana (RJ), é um ícone LGBT. O que fez a cantora ficar tão popular entre as pessoas da comunidade LGBTQIAPN+? Relembre momentos em que a artista fez história na música e na televisão, apoiando publicamente as pessoas queer Reprodução
Em 1987, todo o dinheiro arrecadado com o show da turnê “Who’s That Girl World Tour”, no Madison Square Garden, em Nova York, foi destinado para a amfAR, a Fundação de Amparo à Pesquisa sobre a AIDS Reprodução/Today in Madonna History
Em 1988, Madonna participou pela primeira vez do ‘Late Night com David Letterman’ como convidada especial, trazida ao palco pela comediante bissexual Sandra Bernhard. Enquanto David Letterman tentava entrevistá-las, as duas se apoiavam e faziam piadas de duplo sentido, e também disseram que a noite acabaria no Cubbyhole, famoso bar lésbico de Nova York. Reprodução/Today in Madonna History
Madonna foi uma das primeiras celebridades a falar sobre a epidemia do vírus da AIDS no final dos anos 80. Em 1989 ela e seu instrutor de dança, Christopher Flynn, um homem gay com diagnóstico de AIDS, realizaram uma maratona de dança beneficente para arrecadar dinheiro para o AIDS Project Los Angeles e para pessoas afetadas pela doença. Ela homenageou seu instrutor com a música ‘In This Life’, de 1992. Reprodução/Today in Madonna History
‘Vogue’, de Madonna, introduziu a dança e a cultura Ballroom, criada por pessoas negras, gays e trans, no mainstream. Ela foi apresentada ao estilo de dança ‘voguing’ pelas drag queens, gays e pessoas trans da House Xtravaganza, de Nova York. Desde então, o estilo ‘furou a bolha’ e se tornou conhecido pelo grande público. Divulgação
‘Na Cama Com Madonna’, documentário de 91, expôs a rotina e a intimidade de 6 dançarinos homossexuais da cantora, enquanto se apresentavam como parte da Blond Ambition World Tour, marcada por momentos considerados controversos para a época. Everett Colection
Músicas ‘What it feels like for a girl’ e ‘Don’t Tell Me’ criticaram misoginia e o patriarcado, e o álbum ‘American Life’ faz grandes críticas ao Governo de George W. Bush. Divulgação
Em 2010 ela também se pronunciou contra o governo do Malawi, país da África Oriental, por causa da prisão de um casal gay que foi detido por celebrar publicamente sua união. Em 2012, em turnê pela Rússia, ela foi ameaçada de prisão por defender a comunidade LGBT publicamente e se posicionar a favor do Pussy Riot, grupo lésbico que foi preso por protestar contra o governo de Vladimir Putin. Reprodução/Youtube
Em 2014, a performance de ‘Same Love’ de Macklemore foi um momento diferente do Grammy, hoje considerado icônico pela comunidade. Mary Lambert, lésbica, cantou junto ao palco com Queen Latifah, que oficializava um casamento em massa, que incluía casais gays. Madonna também subiu ao palco, cantando ‘Open Your Heart’. Esse evento, em defesa do casamento gay nos EUA, ajudou na campanha pela legalização, que só aconteceu em todos os 50 estados em 2015. Reprodução/Youtube
Em 2019, Madonna fez um show surpresa no Stonewall Inn, bar que representa o ativismo LGBTQIAPN+, celebrando o simbolismo do bar e relembrando os diversos momentos em que lutou a favor da comunidade queer. Reprodução/Youtube
Após voltar do hospital, em outubro de 2023, Madonna voltou a fazer show como parte da turnê ‘Celebration’, e enquanto cantava ‘Live to Tell’ homenageou amigos e colegas artistas perdidos pela AIDS. Reprodução/Youtube


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