8 dicas sobre sexualidade para pessoas mais velhas

Tabu

A sexualidade e o sexo na terceira idade são encarados como tabus e com bastante preconceito. Há quem acredite que os idosos são seres assexuados e que a ausência da sexualidade nessa faixa etária é algo próprio do envelhecimento.

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Para Antonio Leitão, gerente do Instituto de Longevidade, o importante é lidar com o assunto de maneira clara, sincera e menos emocional

“Quando o tema é sexo, nunca somos os mesmos: com uma pessoa nos sentimos de um jeito, com outra o jeito muda. E os sentimentos também.”

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Sendo assim, o Instituto de Longevidade listou 7 dicas sobre sexualidade para pessoas mais velhas e como contornar situações de dificuldade

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Não faça julgamentos precipitados

Não se julgue, nem julgue o par. Tentar descobrir se a "culpa" sobre a dificuldade da pessoa amada de estar interessada sexualmente é sua ou insistir em desvendar o motivo que está fazendo ela se afastar só vai estremecer ainda mais a situação. Às vezes, nem a própria pessoa consegue identificar o por que de uma possível mudança.

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Invista no diálogo

Antes de tudo, converse "internamente", se autoavalie. Depois, dialogue com a pessoa amada, de maneira verdadeira, assertiva e amorosa. Entre um casal, o assunto sexo jamais pode ser tabu. Outro detalhe: só a partir do momento em que a comunicação entre os dois se torna verdadeiramente transparente é que poderão, juntos, encontrar alternativas para resolver a situação.

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Busque orientação de especialistas em sexualidade

Pode ser um sexólogo ou um terapeuta, por exemplo. O profissional consegue dar um melhor direcionamento sobre o tipo de ajuda que cada um dos parceiros precisa buscar – o que pode envolver, inclusive, especialistas como ginecologista, urologista, endocrinologista e psiquiatra.

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Converse com seu médico

Nunca se automedique ou siga indicações de amigos, sem respaldo médico. Tomar remédios por conta própria pode, na verdade, agravar o quadro, tanto entre os homens como as mulheres. Só mesmo um especialista consegue fazer a correta prescrição e indicar produtos eficientes.

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Dê tempo ao tempo

Deixe que o calendário avance um pouco, sem pressão, e observe as atitudes do outro. Pode ser que as opiniões e os posicionamentos mudem – e que o "não" se torne um "sim".

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Não acredite em falsos mitos e convenções

Questione padrões culturais, que levam a sociedade a acreditar no mito de que sexo "é coisa de gente jovem". Esqueça frases do tipo "não tenho mais idade para isso".

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Também não se conforme com a "convenção" de que toda pessoa com vagina perde interesse por sexo depois da menopausa, ou que o vigor sexual de pessoas com pênis despenca com a andropausa

Algumas limitações fisiológicas até podem ser identificadas, mas isso está longe de ser uma regra entre os mais velhos.

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Considere alternativas para a relação

Com o par, avalie as possibilidades criativas na forma de se relacionar. Pode ser que isso altere a convivência adotada até então e, por consequência, desperte a conexão sexual ou estremeça a própria dinâmica do relacionamento. Porém, independentemente da atitude cogitada, só deve ser adotada se for de comum acordo.

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